3 de agosto de 2013

Abastecimento faz vistoria em antigo Mercadão Municipal

Com nove mil metros quadrados, o prédio está sendo cotado para ser o novo Mercado Municipal de Ponta Grossa
A Secretaria Municipal de Abastecimento enviou uma comitiva para avaliar as condições do imóvel que abrigava o antigo Mercadão Municipal para avaliação prévia, já que o imóvel está sendo cotado para ser reformado e adaptado para abrigar o futuro Mercado Municipal de Ponta Grossa. “O antigo Mercadão é uma das possibilidades. Estamos iniciando os estudos de viabilidade, que também serão estendidos a outros imóveis, para chegarmos à melhor opção para a cidade. Não descartamos a hipótese de construirmos uma nova estrutura em outro local, mas a ideia é conter gastos, aproveitar um imóvel já existente, adaptá-lo e presentear a cidade com um moderno Mercado Municipal”, revela Zadorosny.
A comitiva, que também foi integrada pelas diretoras Administrativa, Patrícia Di Mário, e do programa Mercado da Família, e Cristiane Takakusa, pelo chefe da Divisão Central de Abastecimento, César Augusto Ferreira, e por Jean Matias, da seção de compras do programa Mercado da Família, fez uma vistoria em todos os andares do prédio, que tem nove mil metros quadrados e que está desocupado desde junho de 2011. “Apesar de estar bastante deteriorado, com algumas rachaduras e infiltrações, o imóvel é grande, bem localizado no centro da cidade, já equipado com rampas de acesso e conta com estacionamento próprio. Vamos dar sequência na ideia e selecionar a opção mais vantajosa para a população”, salienta o secretário.
Foto:  Divulgação
De acordo com o secretário, o novo Mercado Municipal será um ambiente bem contemporâneo, que vai oferecer opções de comércio, de lazer, cultura, turismo, além de um Centro Atacadista de Hortifrutigranjeiros. A meta da Secretaria de Abastecimento, segundo Zadorosny, é entregar à cidade um Mercado Municipal funcional e moderno, que seja referência em todo Estado, um local digno e que valorize os pequenos produtores da região e mais confortável para as famílias, independentemente do local que será escolhido para abrigá-lo. “O próximo passo é fazer uma inspeção mais técnica e criteriosa, com a presença de engenheiros, arquitetos, de funcionários do IPLAN e do secretário de Planejamento, João Ney Marçal, para a elaboração de um laudo sobre as condições estruturais do imóvel. A partir daí, será feito um projeto para avaliação dos custos das obras de reforma e só então saberemos a viabilidade. A intenção é minimizar os custos e maximizar o lucro social”, conclui o secretário.

Fonte: Assessoria de Imprensa SMAB

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