Uso excessivo de internet. A partir de quando deixa de ser saudável?

Você não consegue largar o celular ou computador? É viciado em redes sociais, jogos virtuais e aplicativos como whatsApp?
Foto: Reprodução
Atualmente o celular serve como um portal pessoal, as pessoas armazenam fotos, agenda, contatos, acessam redes sociais e aplicativos, enfim, estes instrumentos proporcionam contato com o mundo pela palma das mãos; assim fica difícil resistir!

A internet, redes sociais e aplicativos podem ser consideradas ferramentas positivas, pois possibilitam acesso à informação de forma rápida, contato imediato com outras pessoas, divulgação de trabalho, etc... Agora, o uso que você faz dela, em alguns casos, pode ser prejudicial. Algumas pessoas usam a internet como um regulador social: “se eu não me sinto bem, vou para a internet”. Também existem aqueles que não conseguem manejar suas próprias emoções e fazem uso da tecnologia como uma espécie de mediador, e não ter acesso pode resultar em uma perda do controle do humor.

De uma forma geral, o uso é inadequado quando as pessoas deixam de fazer atividades do seu dia a dia para ficar na internet, ou seja, a internet como um sentido de vida. Substituir relações sociais por virtuais, perdendo o interesse em atividades com os amigos para ficar na internet; preferir expor suas ideias e sentimentos apenas por aplicativos ou redes sociais, evitando o contato direto, cara a cara, não são bons sinais. Pela internet a pessoa não precisa preocupar-se como o outro reage, não existe alguém para regular as informações aprovando ou não o que é postado... muito mais confortável!

Seu uso também pode ser patológico (não saudável). Isso ocorre quando funciona como um complemento da própria identidade do sujeito, ou seja, presta-se a suprir algo que o indivíduo sente – muitas vezes inconscientemente – que falta em si, gerando assim o que chamamos de vínculo compensatório, no qual há uma relação de dependência da pessoa com o objeto (que pode ser a internet, um bem material ou outra pessoa – quem já se apaixonou sabe do que estou falando).
Para crianças e adolescentes isso é ainda mais prejudicial, pois nessas fases está ocorrendo o desenvolvimento da personalidade, e elas podem aprender a manejar suas emoções apenas por meio desses instrumentos, não desenvolvendo outras formas, mais saudáveis, de lidar com tais questões.
Ao detectar alguns desses sinais, procure orientação de um psicólogo.

Cristini Barreto Moreira
Psicóloga Clínica CRP-08/20838
Pós- graduanda em Psicologia Clínica na abordagem do Psicodrama.
Atende crianças, adultos, adolescentes e idosos em Consultório Particular no endereço:
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Contato: (42) 9863-4441
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